Consolidação entre Oi e TIM é possível, mas depende de acerto de participações

Segundo apurou este noticiário junto a fontes que acompanham o movimento para uma possível consolidação entre Oi e TIM, as conversas, catalisadas pela entrada do fundo russo Letter One, que colocaria R$ 10 bilhões na Oi, existem, são promissoras mas ainda não venceram um aspecto central, que é como ficariam as respectivas participações dos acionistas da Oi, da Letter One e dos acionistas da TIM. Esse é o nó que pode inviabilizar a operação, mas que desatado, poderá fazer com que rapidamente a a discussão se encaminhe para uma proposta efetiva. Os percentuais em disputa ainda são tratados com muita reserva, mas este noticiário apurou que, qualquer que seja o modelo, a tendência é que a empresa resultante não tenha um acionista controlador predominante. Segundo apurou este noticiário, nenhuma proposta foi oficializada ainda. Quem está liderando a negociação é o BTG, contratado pela Oi para a missão de encontrar possíveis investidores e também ele, diretamente, acionista da empresa, com cerca de R$ 4 bilhões investidos na época da expectativa de uma fusão com Portugal Telecom. A operação acabou fracassando e levou a uma forte perda de valor nos papeis da companhia, prejudicando os investimentos de todos os acionistas, inclusive do próprio BTG.

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