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Vão matar o mercado de M2M se aumentarem o Fistel em 189%, diz diretor da Claro

Qual será o impacto para o mercado de comunicação entre máquinas (M2M) se o governo federal de fato aumentar em 189% o valor do Fistel, conforme está sendo cogitado? Nas palavras do diretor responsável por esse segmento na Claro, Rogério Guerra, tal medida mataria o mercado de M2M no País. "Espero que isso não aconteça… Espero que o governo bote a mão na consciência, pois esse aumento acabaria com qualquer expectativa de usar 3G e 4G em vários projetos, como iluminação pública, m-health e rastreamento de pets (bichos de estimação)", disse o executivo durante o Forum Regional de IoT, realizado pela Cisco nesta terça-feira, 23, no Rio de Janeiro.

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Cabe lembrar que nem todos os projetos de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) envolvem necessariamente a conexão móvel. Na verdade, o uso da rede celular costuma acontecer em duas situações: 1) quando o objeto conectado está constantemente em movimento, como automóveis; 2) quando as aplicações desejadas requerem grande largura de banda para tráfego de dados, como transmissão de vídeo, por exemplo, e os objetos estão instalados em locais sem fácil acesso à banda larga fixa.

Um dos projetos que as operadoras móveis acompanham com mais atenção é o de instalação de 700 mil postes inteligentes de iluminação pública em São Paulo, cuja licitação está paralisada a pedido do Tribunal de Contas do Município (TCM). Como pode envolver no futuro uma série de aplicações que requerem largura de banda, o uso da rede móvel é uma das alternativas. A Claro pretende participar da licitação, mas Guerra não abriu detalhes se isso seria feito através da participação direta em um consórcio ou na forma de parceria estratégico com algum dos concorrentes.

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