Três grupos internacionais analisam modelo de operador de rede

A publicação da consulta pública da PPP para o operador de rede que atuará na construção, gerenciamento e manutenção da rede única usada pelas emissoras da União (TV Brasil, TV Justiça, TV Senado, TV Câmara, canais do Ministério da Educação e do Ministério das Comunicações) deve ter pelo menos três empresas internacionais interessadas. Pelo menos no que depender das sondagens feitas junto ao governo, conforme apurou este noticiário.
Uma das interessadas é a gigante japonesa Marubeni, que tem atuado desde os primeiros momentos em que a ideia do operador de rede pública surgiu no Executivo. A Marubeni defende internacionalmente este modelo, e inclusive orientou o governo a como proceder nos estudos técnicos para viabilizar a empresa. Outro interessada é a italiana Screen Service, que produz equipamentos de radiodifusão e transmissão.
Outra empresa que está prospectando o mercado brasileiro e deve se interessar pela consulta pública do operador de rede é a Next Generation Broadcasting AB (NGB), da Suécia. A estratégia do grupo é mais ampla e consiste na criação de um operador de serviços para TV digital, aberta e paga, com apoio financeiro de fundos de pensão suecos e expertise tecnológico na exploração de multiprogramação, inclusive voltada ao mercado por assinatura.
O governo brasileiro ainda tem a esperança de que empresas de telecomunicações explorem o modelo de operador de rede de TV, já que existe o potencial de uso das redes de telecomunicações para o canal de retorno e o projeto garante uma receita mínima por um longo prazo. Conforme já antecipou este noticiário, o operador de rede pública deve receber dotação orçamentária superior a R$ 1,5 bilhão até o final do contrato, que é de cerca de 18 anos.

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