Para Guerreiro, cadastramento pode ser solução ineficiente

Renato Guerreiro aproveitou para esclarecer que a hipótese que se cogitava de rastreamento dos celulares pré-pagos se referia ao rastreamento dos usuários do telefone via cadastro, e não do rastreamento das ligações para se identificar a localização do usuário. Em relação ao cadastro, Guerreiro disse que operadoras em algumas localidades, como é o caso do Rio de Janeiro, já pedem que os usuários do pré-pago preencham um cadastro. Este procedimento é permitido pela regulamentação. Mas o presidente da agência acha que uma pessoa que queira usar o telefone para fins ilícitos também encontrará maneiras de apresentar documentos falsos na hora de fazer o cadastramento na operadora.

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