Claro aponta diferença significativa de preço entre aparelhos 2G e 3G

A capacidade de acessar redes 3G representa um aumento significativo de preço em um telefone celular. A Claro fez um levantamento para demonstrar isso, no qual comparou terminais similares cuja única diferença era ser 2G ou 3G. Telefones em formato de barra (chamados também de "candy bar") com rádio FM com antena 3G chegam a ser 131% mais caros que similares 2G. No caso de aparelhos Qwerty com Wi-Fi, a diferença alcança 42%. Entre terminais com tela sensível ao toque e câmera de 2 MP, os modelos 3G custam até 66% mais.

Os dados foram apresentados pelo presidente da Claro, Carlos Zenteno, durante palestra no IQ 2012, evento organizado pela Qualcomm nesta quarta-feira, 22, em São Paulo. O executivo entende que a popularização dos smartphones é um fator crítico para o avanço do 3G e de serviços de dados, o que passa, necessariamente, pela redução dos preços.

Cabe lembrar, porém, que os preços vêm caindo, ao mesmo tempo em que o poder de compra do consumidor vem subindo nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela TIM demonstra que os indivíduos da classe C estariam dispostos a gastar, em média, R$ 363 na compra de um smartphone e já há modelos abaixo de R$ 350. Atualmente, a classe C, composta por mais de 100 milhões de pessoas, representa 54% da população brasileira. Os dados foram apresentados pelo CMO da TIM, Roger Solé, no mesmo evento.

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