Alta definição enfrentará limite de banda nas redes de cabo e DTH

"Bem-vindos ao mundo do set-top box". Foi como o diretor de engenharia da Net Serviços, José Felix, saudou a platéia de radiodifusores do painel da tarde do Congresso da SET 2007 – Broadcast & Cable. Ele descreveu o processo de digitalização da TV a cabo, motivado por necessidades de aumento de capacidade de canais, introdução de novos serviço e combate à pirataria. O maior custo para as operadoras, ressaltou, é nas caixas dos assinantes, e não no headend.
Segundo o executivo, o maior problema da TV a cabo (e do DTH) com a chegada da alta definição será a banda. Não há espaço para todos os canais HD que virão (contando os broadcast e os pagos).
Antecipando o problema causado pelo súbito aumento na demanda por banda, o diretor de engeharia da Globo Fernando Bittencourt, disse que "não adianta tapar o sol com a peneira. Vai ser uma briga para ver quem vai entrar (nas redes de cabo)".

Telefônica considera caixa híbrida

Como ainda não tem um legado significativo de set-top boxes instalados em seu serviço de DTH, a Telefônica pode apostar ainda em uma caixa híbrida de DTH e TV digital terrestre para oferecer os canais de alta definição a seus assinantes sem ter que carregá-los no satélite.
A colocação foi feita pelo diretor geral de desenvolvimento de negócios da empresa, Fernando Freitas, durante o painel.
Com a caixa híbrida, o assinante receberia os sinais pagos (inclusive de alta definição) pelo satélite, e os sinais abertos por uma outra antena. Assim, o assinante recebe a TV digital de alta definição na mesma caixa do DTH.

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