Para Hélio Costa, Anatel deveria ter impedido a cobrança, e não a venda do Speedy

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, criticou nesta segunda-feira, 22, a punição aplicada pela Anatel contra a Telefônica pelas panes do seviço Speedy. Para o ministro, a Anatel deveria ter impedido a cobrança pelo serviço, e não a venda de novos planos. Hélio Costa lembrou a este noticiário que em muitas cidades do interior de São Paulo, a única opção de Internet banda larga é o serviço Speedy da Telefônica. A decisão da Anatel, na opinião do ministro, de alguma maneira prejudica o usuário dessas cidades que ainda não têm banda larga e que não têm outra opção.
Mais tarde em entrevista coletiva o ministro lembrou ainda que existe uma cadeia de profissionais envolvidos na instalação do Speedy e que todo o processo acaba interrompido com a severidade da decisão da Anatel. Ele pondera, entretanto, que as falhas são graves e precisam ser corrigidas. Hélio Costa recebeu na tarde desta segunda o presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, e ouviu as justificativas para os seguidos problemas enfrentados no serviço de banda larga. Costa procurará o presidente da Anatel para se inteirar sobre o teor da punição.
Política pública

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Perguntado se diante da repercussão dos problemas enfrentados com o Speedy ele consideraria adequado rever o tratamento regulatório que se dá à Internet, Hélio Costa respondeu: "sem dúvida nenhuma". O ministro relembrou que banda larga hoje é um recurso essencial para prestação de diversos serviços públicos e que diante desta realiadade deve ser regulada e fiscalizada com muito mais rigor.

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