Chineses e indianos disputam mercado de celulares na África

O continente africano é o novo palco de disputa das grandes operadoras de telefonia móvel do mundo. As européias Vodafone e Orange já estão fortemente presentes lá e agora é a vez da operadora indiana Bharti e da chinesa China Unicom rumarem para a África, relata o site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com).
A Bharti é a maior operadora móvel da Índia e sua experiência internacional por enquanto se limita a alguns negócios no Sri Lanka e em Bangladesh. A tele fez uma proposta de US$ 10,7 bilhões pelas operações da Zain em 15 países africanos. A Zain, que pretende concentrar suas operações no Oriente Médio e em países africanos de língua árabe, deve dar uma resposta até meados de março.
A Barthi não será a primeira operadora indiana a investir na África. A Vodafone Essar tem uma operadora GSM no Quênia, a Relliance tem uma licença em Uganda e a Tata é acionista da sul-africana Neotel. O interesse das operadoras indianas em se expandir internacionalmente está relacionado ao fato de o mercado da Índia ser demasiadamente competitivo, com margens muito baixas, analisa Rethink Wireless.
A China Unicom, por sua vez, faz parte de um consórcio chamado New Generation que ofereceu US$ 2,5 bilhões por 75% da Nitel, incumbent fixa e móvel da Nigéria.

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