Ericsson espera ter 50% do mercado LTE na América Latina

Refletindo a atuação onipresente nos contratos com as operadoras no Brasil para instalação de redes LTE, a Ericsson afirma que contará com participação de mais de 50% do mercado de 4G na América Latina em termos de volume quando as redes forem implementadas. O resultado está no Relatório de Mobilidade da Ericsson publicado nesta quarta-feira, 21, que diz ainda que o mercado deverá mudar significativamente até 2018, quando são esperados 90 milhões de assinantes LTE na região.

A Ericsson assinou contrato de fornecimento de infraestrutura com todas as quatro operadoras (Claro, Oi, Telefônica/Vivo e TIM) licenciadas pela Anatel para a instalação da rede LTE na frequência de 2,5 GHz no Brasil, mas o desempenho foi bom também no restante da América Latina. Na Colômbia, a empresa fez contrato com a UNE; no México, com a Telcel; e em Porto Rico, com a Open Mobile e AT&T. Segundo a companhia, uma vez concluída a implantação do LTE, a Ericsson terá mais de 50% do mercado latino-americano. Ao todo, a fornecedora tem mais de 90 contratos de LTE/EPC no mundo, concentrando 305 milhões dos 455 milhões de acessos 4G.

Ainda segundo o relatório, atualmente há 676 milhões de assinantes móveis na América Latina, sendo 14 milhões de novos acessos somente no terceiro trimestre de 2012. A estimativa da empresa é que 230 milhões de assinaturas sejam adicionadas até 2018. Embora reconheça que existam poucos acessos LTE atualmente na região, a Ericsson acredita que 10% de todos os assinantes móveis estarão utilizando o 4G daqui a seis anos.

O 3G, representado por tecnologias WCDMA/HSPA, deverá substituir em grande escala as tecnologias 2G com GSM/EDGE até 2018 na América Latina. Atualmente, 18% das assinaturas móveis são 3G, mas o relatório prevê que esse número deverá crescer para 65% em seis anos, já que o 2G deverá diminuir dos atuais 82% para 25% da base.

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