Telefônica prepara aumento de capital para a compra da GVT

A proposta do Conselho de Administração da Telefônica de aumento de capital para efetuar a compra da GVT foi divulgada nesta terça-feira, 21, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A companhia pretende acrescentar 500 milhões de ações ordinárias ou preferenciais, totalizando 1,850 bilhão de ações. O capital social subscrito, totalmente integralizado, é de R$ 37.798.109.745,03, dividido em 1.125.601.930 ações, sendo 381.587.111 ações ordinárias e 744.014.819 preferenciais, todas escriturais, sem valor nominal.

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Nesse processo, não há obrigação de manter a proporção de espécie de ações, embora as preferenciais, sem direito a voto ou com voto restrito, não poderão passar do limite de dois terços das ações emitidas. Os acionistas atuais terão direito de preferência para subscrição de aumento de capital na proporção do número de ações que já detenham. O direito de preferência poderá ser excluído nas emissões de ações, debêntures conversíveis em ações e bônus de subscrição, cuja colocação seja feita mediante venda na bolsa ou subscrição pública, permuta por ações em oferta pública de aquisição de controle e gozo de incentivos fiscais.

A ideia do aumento de capital é possibilitar o financiamento da parcela em dinheiro de 4,663 bilhões de euros que será paga à francesa Vivendi pela totalidade das ações da GVT. A operação ainda está sujeita a autorizações, incluindo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Anatel.

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