Dispositivos móveis serão extensão do corpo humano, diz Qualcomm

Com os dispositivos móveis cada vez mais evoluídos e intrínsecos à vida das pessoas, eles se tornarão uma extensão do corpo humano. Essa é uma das tendências das tecnologias móveis discutidas pelo responsável pela área de software e aplicativos da Qualcomm na América Latina, Dário Dal Piaz, durante o Fórum Mobile Apps nesta quarta-feira, 21. "O dispositivo vai ser uma extensão do corpo da pessoa: ele vai coletar informações e filtrá-las automaticamente, agindo mais do que como uma secretária do usuário", diz.

Um segundo ponto, relacionado a essa tendência, é a redefinição de computação, que migrará totalmente para os smartphones, tablets e outros tipos de dispositivos móveis. Uma das principais consequências da mobilidade será o desafio das empresas em lidar com a quantidade de dados futura.

Economia de apps

A indústria de aplicativos vai trazer muitas oportunidades e receita neste mercado. "Hoje, os aplicativos movimentam de US$ 60 bilhões a US$ 72 bilhões, segundo dados da Vision Mobile. Como região e país, estamos bem representados, pois a América Latina tem a maior taxa de crescimento do mundo em receitas de aplicativos", diz Dal Piaz.

Quando se compara as vendas de aplicativos com os apps desenvolvidos no Brasil, há um déficit de desenvolvimento nacional, tornando o País um grande importador de softwares. "Aqui temos gente para isso, falta só coordenação das partes. No Brasil, há entre 30 mil e 35 mil desenvolvedores mobile", comenta o diretor.

Dal Piaz também cita as compras in-app como uma das formas mais efetivas de receita atualmente e elege o HTML5 como plataforma que vai se popularizar no mercado. "Mesmo que não seja tão barato desenvolver em HTML5 na região, ele vai se tornar um padrão global, aqui na região também", afirma.

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