Pesquisa da GSMA mostra que dispositivos conectados na China valerão mais de US$ 700 bilhões em 2020

A GSMA, em parceria com a Machina Research, lançou nesta quinta-feira, 21, um estudo em que prevê que o gasto anual com dispositivos conectados para comunicação entre máquinas (M2M, na sigla em inglês) na China vai aumentar seis vezes, de US$ 116 bilhões em 2012 para US$ 707 bilhões em 2020. A China é o maior mercado do mundo para comunicações móveis, com um total de mais de um bilhão de conexões, entre dispositivos como smartphones, tablets e módulos M2M.

Veículos conectados vão promover uma variedade de novos modelos de negócios na China. Por exemplo, a capacidade de localizar e acessar veículos e implementar lançamentos de débito em tempo real vai estimular o crescimento de esquemas de compartilhamento de carro e os sistemas de compra em prestações. Em paralelo, segundo a pesquisa, a conectividade embutida deve se tornar uma necessidade para os consumidores em 2020, estimulada em parte pela crescente demanda mundial por veículos elétricos recarregáveis. O estudo estima que essas duas áreas juntas, vão representar, sozinhas, um impacto empresarial de US$ 198 bilhões no ecossistema automotivo da China em 2020.

A crescente adoção de sistemas conectados de segurança para edifícios privados – notadamente alarmes, circuito fechado de televisão e sistemas de comunicação interna – também está alimentando uma enorme oportunidade de mercado em toda a região. Na China, o valor de sistemas conectados de segurança, baseado no custo de fornecer níveis equivalentes de cobertura sem conectividade, será de US$ 62 bilhões em 2020.

O terceiro grande setor chinês que deve se beneficiar das tecnologias móveis é o das empresas de serviços públicos e de serviços essenciais, que vai valer US$ 37 bilhões em 2020. Esse mercado é alimentado pela necessidade de reduzir o uso de energia, tanto pelos consumidores quanto pelas empresas, uma área em que a medição inteligente vai exercer um papel vital.

As aplicações na área da saúde também têm prevista uma grande expansão de mercado na região, onde os serviços de m-Health devem movimentar US$ 1 bilhão em vendas em 2020.

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