Minicom atribiu ao PNBL crescimento total do mercado de banda larga

Segundo o governo, há 2,5 milhões de clientes de banda larga que aderiram ao serviço na forma incentivada pelo governo por meio do termo de compromisso com as operadoras no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). O Ministério das Comunicações, contudo, atribui que todo o crescimento do serviço de banda larga no País é resultado do programa lançado pelo governo. Pelo menos é isso que mostra a apresentação realizada na última terça, 18, na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática pelo secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão.

Em slides intitulados "principais resultados do PNBL", Martinhão mostrou os dados expressivos de crescimento da banda larga fixa e móvel, desde o lançamento do programa em maio de 2010. A apresentação não explica que os números referem-se ao crescimento do serviço como um todo e não apenas dos pacotes do PNBL de 1 Mbps por R$ 35 (seja ofertado pelos provedores parceiros da Telebras, ou pelas concessonárias no âmbito dos termos de compromisso acertados com o Minicom).

Na sua apresentação, Martinhão mostra o crescimento da base de assinantes da banda larga fixa e móvel por região. A banda larga móvel, por exemplo, cresceu mais de 400% no Norte e no Nordeste desde o lançamento do PNBL. O número de acessos do plano do PNBL efetivamente aparece apenas no slide que mostra a evolução dos acessos de banda larga fixa. Segundo a apresentação, em dezembro de 2012 o plano do PNBL resultado do acordo com o MInicom estava disponível em 2.850 cidades e atendia 2,5 milhões de clientes, o que é 13% do total de banda larga fixa. A apresentação não traz o número de acessos da outra vertente do programa: o serviço oferecido pelos provedores parceiros da Telebras.

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