Experiência brasileira de portabilidade é apresentada na China

A Anatel participou na semana passada de um encontro mundial sobre portabilidade organizado pelas autoridades regulatórias da China, que nesse momento se concentra em encontrar modelos viáveis para a implementação da portabilidade numérica naquele país. Quem representou a Anatel foi a conselheira Emília Ribeiro. O desafio chinês é gigantesco, já que a planta de celulares supera 900 milhões de linhas. Desde novembro do ano passado, a China tem testado modelos de portabilidade e apenas nos testes mais de 5 milhões de pessoas passaram a ter a possibilidade de mudar de operadora, mas apenas 50 mil migraram, o que é considerado lento pelas autoridades chinesas. O modelo brasileiro, segundo a conselheira Emília Ribeiro, foi especialmente bem recebido porque, na prática, não tem trazido custos adicionais aos consumidores (a maior parte das operadoras acaba arcando com o custo da portabilidade) e por ter incentivado a competição entre empresas. Experiências do Canadá, EUA, entre outros também foram apresentadas. O que impressionou os chineses, segundo o noticiário local, foi o tempo reduzido de implementação de portabilidade e o modelo sem custos ao consumidor.

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