BrT vai apenas locar cabo submarino, assegura Yon Moreira

A Brasil Telecom (BrT), por conta de limitações regulatórias, pretende apenas locar a capacidade do cabo submarino da GlobeNet, sem operá-lo diretamente. É o que garante o vice-presidente da operadora, Yon Moreira. Segundo ele, a compra do ativo, por US$ 48 milhões, envolve agora apenas a resolução de algumas questões contratuais, devendo ser concluída em no máximo 90 dias.
A BrT não poderá usar a licença para operar o backbone no Brasil enquanto não cumprir as metas de universalização de STFC, previstas para até janeiro de 2004. Por isso, segundo Moreira, a empresa pretende manter parcerias com outras concessionárias ou autorizatárias de telecomunicações, que se responsabilizarão pela ativação do tráfego sobre a infra-estrutura. Com concessão limitada por enquanto apenas à região II do PGO, a BrT se encarregará apenas de operar a energização dos cabos, diz seu vice-presidente. Eventuais clientes atuais do cabo atendidos sob licença de SLE da GlobeNet serão transferidos para outra operadora, assegura ele. Na lista de clientes do backbone, aparece também a própria BrT.

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