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Verde Asset passa a deter 5,4% das ações da Brisanet

Em anúncio de participação acionária relevante emitido nesta terça-feira, 19, a Brisanet apontou que a Verde Asset Management aumentou participação acionária para 5,42% do capital social da operadora cearense.

A gestora passou a deter 24,3 milhões de ações ordinárias emitidas pela companhia, que abriu capital em julho. “A Verde informou que o referido aumento reflete apenas estratégia de investimento e que não foi celebrado qualquer acordo ou contrato que regule o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de emissão da companhia”, notou a Brisanet.

No mesmo sentido, a acionista declarou que não pretende alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da provedora, mas que poderá avaliar a conveniência ao direito de eleição de conselheiro fiscal e/ou de administração em separado. Fundado pelo investidor Luis Stuhlberger, a Verde somava R$ 53 bilhões em ativos sob gestão ao fim de setembro.

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Indicadores

Nesta semana, a Brisanet também divulgou informações operacionais referentes ao mês de setembro. A empresa encerrou o terceiro trimestre com 790,7 mil clientes em sete estados. Já as homes-passed (HPs) com fibra óptica chegaram a 3,6 milhões em 110 cidades.

Em setembro, 213 mil novas HPs foram habilitadas pela operadora. A expansão tem se concentrado em áreas horizontais, ao passo que HPs em áreas verticais (como prédios) devem crescer nos próximos meses.

Por outro lado, a Brisanet pontuou que a construção da infraestrutura tem sido impactada negativamente pelo atraso na entrega de veículos. “Com isso, momentaneamente a companhia está sendo obrigada a operar com apenas dois terços das equipes que estavam planejadas”. A empresa avalia que uma adição de clientes menor que o esperado (17,8 mil acessos no mês) foi relacionada ao fator.

“A Brisanet esperava estar crescendo a um ritmo mais acelerado”, admitiu a companhia. “No entanto, a conjuntura atual, onde [sic] a inflação tem afetado o poder de compra das famílias, principalmente no Nordeste, onde as classes C e D são mais numerosas, e a concorrência por preços com pequenos provedores, têm tornado o processo de migração para a Brisanet mais gradual e lento”.

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