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Samba Tech chega ao mercado com 75 mil itens para download

A Samba Tech é a mais nova agregadora de serviços de valor adicionado para telefonia celular no mercado brasileiro. Para enfrentar a crescente competição nesse segmento suas cartas na manga são dois acordos de exclusividade com as desenvolvedoras européias MediaPlaza e Maia Solutions, que juntas somam 75 mil itens de download (jogos, ringtones e papéis de parede). ?Nossa margem é pequena. Precisamos ganhar dinheiro em cima do volume de vendas?, explica Gustavo Caetano, presidente da Samba Tech. Ele prevê que em seis meses o número de downloads de itens do seu catálogo será de aproximadamente 200 mil/mês e a receita até dezembro será de R$ 1 milhão. A empresa já tem acordos para vender conteúdo na Vivo, Oi, TIM e Telemig Celular. Seus produtos estarão disponíveis em portais ?genéricos? das operadoras e através de sites na internet: a marca Samba Tech não será visível para o usuário final.
Paralelamente, a companhia corre atrás de parcerias com provedores de conteúdo nacionais: negocia com duas grandes rádios, uma emissora de TV aberta e duas editoras. A idéia é firmar contratos exclusivos para a venda de conteúdo para telefonia celular com as marcas desses parceiros. ?O investimento deles será zero. O único risco que têm é de ganhar dinheiro?, brinca Caetano. A produção do conteúdo local será feita por parceiros tecnológicos: a Samba Tech não fabricará nada internamente. Sua estrutura é enxuta, com apenas cinco funcionários.
Para atrair parceiros brasileiros, a Samba Tech oferece a possibilidade de exportação do conteúdo através da Media Plaza e da Maia Solutions. A primeira está presente em 35 países e a segunda é bastante forte no mercado chinês.

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Especialização

Caetano aposta em uma forte tendência de especialização no mercado de valor adicionado para telefonia celular. Desenvolvedores e provedores de conteúdo deixarão cada vez mais a cargo de agregadores a função de negociar com as empresas de plataforma de download, como Support.Com e Pmovil, que, por sua vez, farão a ponte com as operadoras.
O modelo de negócios adotado pela Samba Tech é o de divisão de receita, já popular nesse segmento. De acordo com Caetano, retirados os impostos e a parte que cabe à operadora, a Samba Tech divide meio a meio com a dona da plataforma a receita de cada download. Porém, a empresa precisa dividir sua parte com os desenvolvedores e os provedores de conteúdo em proporções que variam caso a caso.

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