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Intelig é contra processo de transição

Para reduzir o impacto da implantação do bill and keep no serviço local fixo, a Anatel estabeleceu uma transição gradual para o modelo. Até o final de 2004, não haverá pagamento de 60% do tráfego entre as prestadoras; durante o primeiro semestre de 2005, este índice sobe para 65%, e no segundo semestre, para 70% do tráfego total cursado entre as prestadoras. Mas como afirmou o conselheiro da agência, José Leite Pereira, a medida não agradou muito as espelho, principais beneficiadas com o desbalanceamento de tráfego. O diretor jurídico de assuntos regulatórios da Intelig, Leandro Cariello, foi enfático: ?A Intelig é contra o processo de transição?. Ele explica que a empresa não é contra o fim do chamado ?sumidouro de tráfego?, uma vez que isto já tinha previsão para terminar em 2006, mas o processo de transição, por não estar previsto, é mudança de regras. ?Já que foi criada a fase de transição para o bill and keep, por que também não se cria uma fase de transição para a redução da TU-RL até 2008??, questiona.

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