Embratel quer WiMax brasileiro

Paralelamente ao investimento de R$ 175 milhões na construção de uma rede WiMax com 400 ERBs em 12 cidades brasileiras, a Embratel pretende estimular o desenvolvimento e a produção dessa tecnologia no Brasil. Hoje, o fornecedor das antenas e dos CPEs (equipamentos na casa do cliente) é a Motorola e os produtos são importados. Segundo o diretor de rede da operadora, Ivan Campganolli, a Embratel trabalha para convencer três empresas a produzir CPEs no Brasil. Uma delas, obviamente, é a própria Motorola. A Intel também está atuando ativamente nesse processo de convencer a indústria nacional a fabricar produtos WiMax.
Além disso, a Embratel gostaria que a indústria brasileira não apenas montasse equipamentos WiMax, mas desenvolvesse seus próprios equipamentos com essa tecnologia. Segundo Campagnolli, isso pode se tornar realidade em menos de um ano. "Não temos dúvida de que o País tem capacidade para isso", disse o executivo. Quem deve largar na frente é uma empresa nacional chamada WxBR, fundada por quatro sócios brasileiros, dentre os quais a Icatel, e que conta com uma parceria com o CPqD.

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