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Provedores terão que negociar para entrar no projeto de banda larga, diz Abrafix

Se os provedores de acesso em banda larga querem participar do novo projeto de universalização do acesso à internet em alta velocidade no País, para levar o serviço às escolas públicas, não haverá problema, é só negociar com as concessionárias e pagar. A opinião é do presidente da Associação Brasileira das Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix), José Fernandes Pauletti, que participou nesta terça-feira, 19, do seminário Políticas de Tele(comunicações), realizado pela Converge Comunicações, em Brasília. Para Pauletti, trata-se de uma questão comercial. Em princípio, bastaria apenas que as teles colocassem redes de maior capacidade para que os provedores também entrassem no serviço. Os provedores até poderiam ser a última milha para a banda larga, admitiu ele. ?Mas com preço diferenciado, só negociando?, afirmou.

Carta ao ministro

A reivindicação parte de várias entidades que representam pequenos provedores, inclusive a TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas). Segundo Luis Cuza, presidente da TelComp, as concessionárias têm que ceder também, mas para isto o governo tem que intermediar. Nesta terça-feira, Cuza aguardava o ministro das Comunicações, Hélio Costa, durante o seminário Políticas de Tele(comunicações), em Brasília, para entregar-lhe uma carta, dirigida ao Minicom, Anatel e Casa Civil. No documento, pede que o governo deixe claro qual é o seu objetivo em relação ao setor; que avalie as mudanças propostas na regulamentação; quais são os planos para o setor; qual é a base econômica, social e tecnológica para mudar o Plano Geral de Outorgas (PGO) e o Plano Geral de Autorizações (PGA); e pede que haja a separação funcional das redes e a desagregação com a separação da venda e modelo de custos.

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