Apps nacionais: alguns fabricantes começarão com mais de cinco títulos

Os fabricantes de smartphones desonerados pela Lei do Bem começaram a entregar ao Ministério das Comunicações suas propostas de listas de aplicativos nacionais. Em algumas delas, uma boa surpresa: a quantidade de títulos era maior que a cota mínima de cinco apps. Isso demonstra que a exigência do governo não era tão difícil de ser cumprida e que os fabricantes podem estar enxergando o conteúdo móvel nacional como um fator de diferenciação. A exigência vale para todos os modelos de smartphones desonerados que saiam de fábrica a partir de 10 de outubro.

No cronograma estabelecido pelo governo, a quantidade mínima de apps nacionais sobe para 15 em 1º de janeiro de 2014; 30, em 1º de julho de 2014; e 50, em 1º de dezembro de 2014.

O Ministério das Comunicações (Minicom) avalia a possibilidade de publicar em seu site, no futuro, a lista dos apps nacionais escolhidos por cada fabricante, como forma de dar publicidade ao processo.

Distribuição

A maioria dos fabricantes Android vai optar por usar uma loja própria de aplicativos para distribuir os títulos nacionais, avaliam fontes do mercado. Quem não tiver sua loja criada, talvez opte por um guia de instalação embarcado no smartphone. A Apple, por sua vez, deve usar a loja oficial do seu sistema operacional, a App Store.

Canal de comunicação

Uma das reclamações de desenvolvedores de pequeno porte é a dificuldade de acesso aos grandes fabricantes de smartphones. Para ajudá-los, o Minicom pretende publicar em seu site os contatos daqueles fabricantes que assim autorizarem.

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