Minucom fecha com banco para trocar pontos do cartão de crédito por minutos no celular

Dentro de uma semana, a Minucom, empresa de marketing de incentivo deverá anunciar seu primeiro grande cliente: um banco de abrangência nacional. O banco, cujo nome ainda não pode ser revelado, vai transformar seu programa de pontos do cartão de crédito em minutos para celular pré-pago, através da plataforma tecnológica da Minucom.
A empresa foi lançada há cerca de seis meses e espera ter 50 clientes e 1 milhão de minutos vendidos no primeiro ano de operação. "Na pesquisa que fizemos com os clientes deste banco, 66% responderam que preferem créditos no celular a outras formas de bonificação", afirma Leandro Capozzieli, presidente da Minucom.
O negócio da Minucom é basicamente disponibilizar aos seus clientes uma solução tecnológica que permita oferecer minutos de celular pré-pago como premiação, incentivo ou fidelização. A empresa conseguiu dois pequenos contratos com empresas que usam os minutos para premiar seus próprios funcionários por metas alcançadas. Agora os esforços estão voltados para a área de fidelização e incentivo, como é o caso do contrato com este banco, que se mostrou muito maior que a parte de premiação ou de endomarketing

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A Minucom é uma das empresas da holding Orange Soluções que atua na área de incentivos e serviços de marketing. Capozzielli explica que a idéia é tentar agregar um novo serviço ao portfólio que a holding oferece aos clientes. "Não vamos atrás de novos clientes. São clientes que já trabalham com a gente". A Orange é uma holding que agrega cinco empresas que atum junto ao mercado corporativo para ações de marketing.
Concorrência
Já existe no Brasil uma empresa que atua de maneira semelhante à proposta da Minucom. Trata-se da Minutrade que anunciou em janeiro uma ação em parceria com a rede de postos Ale, na qual os clientes Claro ganham créditos de celular de acordo com o valor do abastecimento. Capozzieli era sócio da Minutrade, mas por acreditar que o negócio deveria começar com acordo com todas as operadoras, acabou desistindo da sociedade e criando a Minucom. Segundo ele, a saída foi amigável e o ex-sócio, que também é amigo pessoal, deu carta branca para ele tocar o projeto só. "Falei para ele que os clientes estavam perguntando sobre a solução que eu tinha apresentado e que ia tocar o projeto. Não tivemos nenhum problema", afirma.

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