Unicel não pensa em subsidiar handsets

A quarta empresa de telefonia celular autorizada a operar em São Paulo, a Unicel, deve lançar serviços em até oito meses e prevê mais de um fornecedor para sua rede móvel. Segundo Luiz Roberto Ferreira, vice-presidente de novos negócios e CTO interino, foram iniciados os testes com a Ericsson, mas estão em curso negociações com outras empresas como Nokia Siemens, Alcatel-Lucent e Huawei e há possibilidade da contratação de mais de um fabricante.
A Unicel vai investir US$ 150 milhões em rede própria GSM, com previsão de upgrade para 3G com capacidade de 1,5 milhão de clientes. ?Devemos compartilhar apenas a infra-estrutura das torres para a instalação das estações radiobase?, diz Ferreira.
A autorização da Anatel para a operação em São Paulo foi publicada no dia 11 de abril no Diário Oficial da União para a área de código 11 que compreende 65 municípios, mas a primeira fase do serviço atenderá apenas a Grande São Paulo. O contrato com a Anatel deve ser assinado em até 20 dias.

Sem subsídio

Como diferencial do novo serviço celular, Ferreira destaca que o custo do minuto será em média 40% mais baixo comparado à oferta das operadoras do mercado paulista. Em uma primeira fase, a Unicel oferecerá apenas serviço pré-pago, vai homologar SIMcards e não prevê subsidiar aparelhos ?para não encarecer a conta do cliente?, diz o executivo.
O investimento de R$ 150 milhões é bancado por um grupo de investidores norte-americanos, cujo representante é Edward Jordan. O executivo participará do conselho de administração da empresa que terá como presidente José Roberto Melo da Silva. A Unicel já conta com uma unidade técnica em São Carlos, no interior paulista, e está procurando um imóvel para inaugurar seu escritório em São Paulo ou Alphaville.

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