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Rede móvel do Brasil avança em velocidade e latência, mas perde ‘consistência’

Uma nova avaliação sobre a performance das principais operadoras móveis do Brasil (Claro, Oi, TIM e Vivo) conduzida pela empresa de medição Tutela registrou avanços na velocidade de download, upload e na latência do serviço prestado no País. Já a “consistência” da cobertura apresentou recuo em quase todas as prestadoras, dificultando usos como o consumo de vídeos HD.

A avaliação se baseia em informações colhidas entre novembro de 2020 e janeiro deste ano pela Tutela, que tem sua solução de medição embutida em aplicativos. No quesito velocidade, todas as empresas tiveram incrementos frente levantamento divulgado pela empresa canadense em junho passado.

A melhor classificada foi mais uma vez a Claro, que registrou 18,6 Mbps de velocidade no download de um arquivo de 2 MB – no ano passado, a marca da empresa era 14,8 Mbps. No upload (de arquivo de 1 MB), a operadora atingiu 8,7 Mbps contra 6 Mbps na medição anterior.

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Na Vivo, os dados apontam 14,1 Mbps e 7,1 Mbps para download e upload (contra 10,2 Mbps e 4,5 Mbps em junho passado). Na TIM, 12,5 Mbps e 6,9 Mbps (ante 9,6 Mbps e 4,9 Mbps).

Já na Oi, o indicador passou para 8,6 Mbps na velocidade de download e 5,3 Mbps, na de upload. Antes, os resultados notados pela Tutela eram de 6 Mbps e 3,5 Mbps, na ordem. Segundo a empresa de medição, a métrica utiliza áreas de cobertura comum entre as operadoras.

Latência

O levantamento também apontou avanços na latência do sinal móvel brasileiro – mais uma vez em áreas de cobertura comum. Se antes a TIM era a empresa melhor colocada no indicador, a posição é agora ocupada pela Claro – que registrou latência de 18,5 milissegundos (ms), contra 21,8 ms no levantamento anterior.

Ainda assim, a TIM também melhorou a performance no indicador: para 18,7 ms ante 19,2 ms em junho passado (quanto menor a latência, melhor). Já a Vivo atingiu 19,4 ms (frente 22,6 ms) e a Oi, 24,1 ms (ante 27,7 ms).

Consistência

Apesar dos avanços em velocidade e latência, a Tutela indicou menor “consistência” na cobertura das redes móveis brasileiras. Para tal, a empresa considera duas métricas: a excelente (quando a conexão é suficiente para streaming de vídeos em full HD ou gaming multiplayer) e a básica (com a conexão habilitando streaming em qualidade padrão ou navegação em redes sociais).

  • A rede da Claro atingiu o patamar básico em 86,1% das medições feitas pela Tutela e o padrão excelente, em 71,4%. Em junho passado, os indicadores da empresa apontavam 93% e 72,2%.
  • A consistência excelente chegou a crescer no caso da Vivo: 65,5%, contra 64,2% anteriores. Já o patamar básico foi atingido em 86,2% das medições, contra 92,5% na versão anterior do relatório.
  • A TIM foi a empresa cuja rede mais atingiu o patamar básico: 83,7% (contra 91% em junho de 2020). Já a excelência para vídeos full HD ocorreu em 61,2% dos casos (ante 62,8%).
  • Por último, 43,7% das medições na rede da Oi apontaram consistência excelente e 74,9%, básica. Antes, a performance lida pela Tutela era de 48,7% e 87%, na ordem.

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