Multa de R$ 490 milhões continua valendo

A multa rescisória de R$ 490 milhões prevista no contrato entre os controladores da Oi e da Brasil Telecom (BrT) continua válida. Ou seja: se até o dia 19 de dezembro a compra da BrT não for aprovada pela Anatel, os sócios da Oi deverão pagar esse valor aos controladores da BrT. "Não houve qualquer renegociação dessa cláusula. Vale o que está no contrato. Estamos esperando o posicionamento da Anatel", informou uma fonte de alto escalão de um dos fundos de pensão envolvidos na operação. O presidente de um dos fundos, entretanto, declarou que há disposição de renegociar os termos do contrato caso seja necessário. "Queremos que o negócio saia porque acreditamos que ele é positivo para as empresas e para os fundos de pensão", diz a fonte.
Em entrevista ao Correio Braziliense desta quarta, 17, o empresário Carlos Jereissati, um dos controladores da Oi, disse que tal multa "não existe". Não ficou claro na reportagem se havia ocorrido uma renegociação ou a referência era à convicção de que a operação seria aprovada em tempo.

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