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Operadoras de satélite assinam carta de apoio humanitário em situações de desastre

Vários empresas do setor de satélites assinaram nesta quinta-feira, 17, em Luxemburgo, acordo de contribuição com o Programa de Alimentos Mundial (WFP) das Nações Unidas em comprometimento de apoio a um programa global de ajuda em desastres. São os passos finais para a operacionalização da Carta de Conectividade Crítica, documento assinado em 2015 pela associação de operadores de satélite da Europa, Oriente Médio e África (ESOA), Fórum Global VSAT (GVF), a secretaria de coordenação de ajuda humanitária da ONU (OCHA) e o conglomerado de telecomunicações de emergência (ETC).

A carta foi assinada pelas operadoras Arabsat, Eutelsat, Global Eagle, Hispasat, Inmarsat, Intelsat, SES, Thuraya e Yahsat para ajudar a comunidade humanitária com acesso baseado em satélite onde as redes locais forem afetadas, destruídas ou sobrecarregadas nas áreas de desastres.

Os signatários agora se comprometem com equipamentos satelitais e capacidade para propósitos humanitários durante situações de emergência. Por meio da WFP, a ETC poderá acionar o programa, identificando soluções pré-planejadas e com disponibilidade imediada para qualquer região, entregando-as em 24 horas após a crise. Os membros ainda têm proporcionado treinamento e capacidade de construção para parceiros da WFP e da ETC para a instalação de equipamentos de satélite nos locais. Esses hardwares serão armazenados em depósitos localizados em três continentes com capacidade de banda pré-alocada e cobertura em todas as regiões do planeta.

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O projeto é importante para situações como recentemente aconteceu em Porto Rico, após passagem de furacão Maria, que afetou não apenas a infraestrutura de telecomunicações local, mas também o fornecimento de energia na região. Pelo próprio perfil, utilizar soluções baseadas em conectividade de satélite rapidamente implantáveis como VoIP, Wi-Fi e acesso à Internet ajuda no restabelecimento das comunicações, contribuindo com apoio de operações humanitárias de logística, atendimento médico urgente, entrega de alimentos e coordenação de esforços.

Em comunicado, o presidente da Inmarsat Enterprise, Paul Gudonis, destacou que a operadora já tem proporcionado serviços para causas humanitárias. “Desde a convocação em 1979 pelas Nações Unidas para prover comunicações seguras para a marinha, temos continuado com nosso compromisso de salvar vidas por quase quatro décadas; forjando elos fortes com times de planejamento de emergência de governos e com o setor humanitário para ajudar a mobilizar as comunicações por satélite globais para a ajuda em desastres”, declara.

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