SindiTelebrasil minimiza aumento das queixas de usuários da telefonia móvel

O SindiTelebrasil rebateu as críticas quanto ao aumento na quantidade de queixas de usuários de telefonia móvel em Procons de todo o País e minimizou os efeitos do levantamento do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), ligado ao Ministério da Justiça.

De acordo com o sindicato das operadoras de telefonia fixa e móvel, uma análise precisa dos dados sobre essas reclamações deve adotar o critério da proporcionalidade sobre o universo total de clientes das empresas que atuam neste segmento. “Qualquer ranking que não considere esse critério de proporção está potencialmente gerando uma distorção nas análises dos consumidores, representando um desserviço ao público, por não permitir a mensuração sobre o peso que o número de reclamações tem em relação a cada setor avaliado”.

A entidade argumenta que os números do ranking de atendimentos do Sindec, se analisados por esta métrica, significam 709 registros para cada grupo de um milhão de clientes, levando-se em consideração a base de 260 milhões de assinantes da telefonia móvel no Brasil.

O SindiTelebrasil relata ainda que os últimos dados divulgados pela Anatel mostraram que houve diminuição no número de reclamações feitas diretamente ao órgão regulador. “O volume de queixas feitas à agência reguladora sobre atendimento das prestadoras de telefonia móvel caiu 28% de outubro de 2011 a outubro do ano passado”. Por outro lado, no Procon o volume de reclamações saltou de 17,46% em 2011 para 21,7% no ano passado.

Se considerada a métrica sugerida pelo SindiTelebrasil, o volume de reclamações sobre atendimento caiu de 33 queixas para cada grupo de um milhão de clientes, em outubro de 2011, para 24 queixas para cada grupo de um milhão de clientes em outubro do ano passado.

Segundo o SindiTelebrasil, “essa queda é fruto da atuação das prestadoras na melhoria da qualidade na prestação dos serviços e no atendimento a seus clientes, além de uma interação mais efetiva entre as empresas e os Procons”.

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