Três operadoras móveis fazem mais sentido do que quatro, afirma Claro

Presidente da Claro Brasil, José Félix defendeu nesta terça-feira, 15, um cenário de competição com três grandes operadoras móveis como mais adequado do que o atual, com quatro. Ao lado de TIM e Vivo, a empresa é uma das participantes do consórcio que fez proposta pelos ativos móveis da Oi.

"Três é um bom número, já quatro é um número complexo. Não é a troco de nada que a Nextel foi vendida em situação falimentar e que a Oi está em uma recuperação judicial. Temos que botar os pés no chão e olhar as coisas como elas são: conseguimos uma solução muito bacana [para a Oi], então temos que torcer para que tudo ocorra bem até o fim do processo", afirmou Félix.

O executivo destacou a "solução de mercado" proposta pelo consórcio a Oi e negou eventuais consequências prejudiciais sobre a competição. "O Brasil terá benefícios porque será atendido por empresas que já conhecem mercado e provaram que são capazes de competir de forma saudável e muito agressiva".

"Se a gente pegar os EUA, lá acontece o mesmo: três operadoras brigando pelo cliente de forma muito agressiva", prosseguiu Félix. Neste caso, uma consolidação no mercado ocorreu após a compra da Sprint pela T-Mobile, anunciada e aprovada no ano passado.

3 COMENTÁRIOS

  1. No caso do Brasil ainda tem o GatoNet, amplamente utilizado pelo povo da favela, que não vai participar do fatiamento da Oi. Quanta injustiça! A Oi virou presunto, vai ser fatiada.

  2. No caso do Brasil ainda tem o GatoNet, amplamente utilizado pelo povo da favela, que não vai participar do fatiamento da Oi. Quanta injustiça! A Oi virou presunto, vai ser fatiada. Eu tenho pena de quem vai perder o emprego ou quem ainda compra ações, iludidos por picaretas da internet.

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