Fundos não concluem aquisição da Gilat

Previsto para setembro deste ano, os fundos interessados na aquisição da empresa israelense de satélite Gilat Satellite Networks não concluíram a operação orçada em US$ 475 milhões. Em março, um consórcio de fundos privados liderados pela Mivtach Shamir Holdigns, Gores Group e Roy Bem-Yami fez uma oferta pelas ações da companhia. Mas em agosto, como os resultados financeiros ficaram abaixo do esperado (receita líquida de US$ 1,29 milhão no trimestre, ante US$ 5,53 milhões no mesmo período do ano anterior), os fundos fizeram uma nova proposta, contestada pela Gilat que exige também uma multa por quebra de contrato. As conversações continuam entre os acionistas e os fundos, informa o vice-presidente da Gilat para a América Latina, Russel Ribeiro.
Segundo o executivo, a operação no Brasil está crescendo: recentemente a Gilat foi escolhida pela Embratel para o fornecimento de 10 mil estações VSAT para o projeto GESAC (Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão, do Governo Federal). "Mesmo que haja mudança de controle, isso não afetará a operação da empresa nem no Brasil nem no mundo, já que os fundos não participarão da administração que continuará com os mesmos dirigentes", afirma Ribeiro.

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