Dívida da Oi exige mais criatividade da empresa, diz acionista

A Andrade Gutierrez, controladora da Oi, admite que o próximo ano será mais apertado pela empresa em função do elevado da companhia. "A Oi já foi uma empresa alavancada, quando precisou cumprir as metas de universalização, depois reduzimos nosso endividamente, e agora aumentamos de novo em função da fusão. Isso é transitório e não afetará a capacidade da companhia investir", disse Otávio Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez S/A, ao comentar os impactos do endividamento de quase R$ 30 bilhões. Para Azevedo, a Oi terá que ser mais criativa e mais ágil para enfrentar a concorrência. Ele não acredita que haverá mudanças significativas na atuação da GVT caso a Telefônica se torne controladora da empresa.

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