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Vivo quer digitalização do Brasil com iniciativa multissetorial

Presidente da Vivo, Christian Gebara, durante Painel Telebrasil 2021

Para o CEO da Vivo, Christian Gebara, o foco do setor de telecomunicações deve ser em uma espécie de transformação digital do País, o que significa uma iniciativa multissetorial e sob diversas óticas de governo. Durante keynote e em debate nesta terça-feira, 14, no primeiro dia do Painel Telebrasil 2021, o executivo ressaltou por diversas vezes esse ponto de vista estratégico, que ele considera também transversal para consumidores finais e empresas.

Ao mencionar o cenário de mudanças e ressignificação da conectividade trazido pela pandemia, Gebara destacou que há expectativa de que as pessoas continuem preferindo se valer das possibilidades de home office, compras online, teleconsultas, educação a distância e streaming de vídeos. “A digitalização foi vetor para que o o País permanecesse operando, e também será para a transformação”, declara, citando impactos em renda, educação e saúde para a população.

Para Gebara, a digitalização poderá inclusive subverter a perspectiva do “custo Brasil”, impactado pela de infraestrutura no País. “Eu vejo de outra perspectiva, o custo diminuirá se a gente conseguir digitalizar”, declarou ele. “Sou otimista sobre as possibilidades que estão se construindo, mas com certeza todo o panorama do edital, leis municipais e (sistema) tributário têm que trabalhar no mesmo sentido”, complementa, citando que a relação do Capex sobre receita é “um dos mais altos”.

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O próprio desafio da pandemia não foi um “test drive”, afirma o executivo, mas uma questão real de aumento expressivo de tráfego e demanda. Ele pontua que a resposta do setor foi dada, não apenas com o funcionamento das redes, mas também com toda a cadeia de funcionários e ativos das empresas. “É muito importante reconhecer o trabalho de milhares de pessoas. O setor de telecom é um dos grandes empregadores do Brasil, então é bom que a gente seja visto como setor gerador de riqueza.”

Modelos de negócio

Sobre o 5G, o presidente da Vivo diz que ainda não vê modelos de negócio robusto e consolidado em nenhum país ainda. Mas ressalta que há muita oportunidade baseados na característica que o 5G traz, como confiabilidade, disponibilidade e baixa latência. A companhia está estudando principalmente casos de uso para empresas e em Internet das Coisas, com verticais diversas como agricultura, mineração, siderurgia e mesmo setor bancário. 

Neste último caso, a empresa está investindo tanto com a carteira virtual do Vivo Pay quanto na plataforma de Vivo Money, que proporciona empréstimos. “Começamos cada mês duplicando volume de dinheiro emprestado, com até R$ 50 mil [por cliente]”, declarou. 

Christian Gebara comentou que tem feito alianças e parcerias com fornecedores como Huawei, Ericsson e Nokia, além de fundos de private equity, citando parceria com o Banco do Brasil e a Qualcomm para IoT. 

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