M-payment será produto de massa dentro de quatro anos, prevê KPMG

O pagamento através de dispositivos móveis no ato do consumo será uma atividade comum e acessada pela maior parte da população mundial dentro de quatro anos. Essa é uma das conclusões de pesquisa global realizada pela KPMG com 1 mil executivos das áreas de finanças, varejo, telecomunicações e tecnologia. Para 83% dos entrevistados, m-payment será um serviço de massa até 2015. Para 13%, isso vai demorar entre cinco e dez anos. E 4% acham que vai levar mais de dez anos. Do total de executivos ouvidos, 29% afirmaram que suas empresas possuem atualmente algum tipo de serviço de m-payment; 29% têm uma estratégia para m-payment, mas nenhum serviço lançado até agora; 29% não têm estratégia e nem planos de lançamentos; e 13% não souberam responder.
Os serviços com maior potencial de serem bem sucedidos são os de m-banking e de pagamentos através de sistemas online (como Google Check Out e PayPal). Sobre o primeiro, 56% disseram que já é ou será com certeza um serviço popular. E 67% responderam o mesmo sobre sistemas online de pagamento. A maior desconfiança paira sobre serviços de m-wallet e de uso do billing das operadoras para compra de bens: 15% e 20%, respectivamente, disseram que eles dificilmente darão certo. A maioria, contudo, respondeu que ainda é cedo para avaliar m-wallet (61%) e uso do billing de operadoras (51%). Sobre o uso de NFC, 40% estão otimistas; 10%, pessimista; e 51% não souberam opinar.
De acordo com os entrevistados, os principais benefícios de pagamentos móveis são conveniência e acessibilidade (81%) e simplicidade (73%). Os principais obstáculos são segurança (71%), dificuldade de adoção da tecnologia (57%) e privacidade (38%).

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Bancos, administradoras de cartões de crédito e operadoras de telefonia, nesta ordem, foram apontados como as empresas que exercerão os principais papéis no desenvolvimento dos serviços de m-payment.

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