Telebras rebate críticas ao plano de negócios do satélite

O vice-presidente da Telebras, Jarbas Valente, rebateu as críticas feitas pela Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao plano de negócios da estatal para venda da capacidade do satélite geoestacionário brasileiro. Segundo Jarbas não há privatização do satélite, como falou a senadora. "O que há é a venda da capacidade para empresas que têm autorização para prestar serviços de telecomunicações, como permite a Lei Geral de Telecomunicações", disse.

O representante do Ministério da Defesa, coronel Anderson Alvarenga, por sua vez, disse que a banda X, que será operada pela Defesa, está protegida, assim como as estações de operações terrestres. Mas não quis entrar em detalhes sobre o plano de negócios da Telebras para a banda Ka.

Jarbas disse que o plano de negócios foi construído para recuperar os investimentos feitos no satélite e obter recursos para manutenção do artefato. Pelo plano 45 Gbps das 56 Gbps da banda Ka do satélite serão leiloadas entre operadoras privadas, sem imposição de metas de cobertura.

O vice-presidente da Telebras e o coronel Alvarenga apresentaram, nesta terça-feira, 14, o projeto do satélite geoestacionário para militares, técnicos e empresários, em palestra realizada no auditório do antigo prédio do Ministério das Comunicações.

1 COMENTÁRIO

  1. "Pelo plano 45 Gbps das 56 Gbps da banda Ka do satélite serão leiloadas entre operadoras privadas, sem imposição de metas de cobertura". E a Telebras ainda afirma que não é privatização? Mas como? Qual o segredo da mágica? Vai na mesma linha do PLC 79, que privatiza de vez as telecomunicações no Brasil, fazendo a população acreditar que os recursos da migração e dos TACs firmados serão investidos em banda larga em áreas sem atrativos concorrenciais.

    Por favor, não brinquem com coisa séria!

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