Oi: PLC 79 não beneficiará recuperação judicial; acordo com TCU seria importante

O presidente da Oi, Marco Schroeder, disse nesta terça-feira, 14, que o fechamento do plano de recuperação judicial da companhia depende da solução para dívida com a Anatel e a já judicializada pela Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo ele, já houve uma reunião de mediação, sem acordo. Essa dívida chega a R$ 20 bilhões. Para ele, o acordo, sobretudo com o a AGU (cerca de R$ 7 bilhões), é muito importante que aconteça durante a recuperação. Se não acontecer, diz ele, o mais provável é que a operadora siga questionando judicialmente os valores cobrados, que considera indevidos, e com isso a recuperação desses recursos com o governo tende a levar ainda mais tempo.

Enquanto não chega a uma definição com o governo, o presidente da Oi continua a negociar com credores e investidores para afinar o plano. Na próxima reunião do conselho da administração da companhia será no dia 22 deste mês, mas o plano não será apresentado. Já na assembleia do dia 28 de abril, o tema será exclusivamente a apreciação do balanço de 2016 da Oi.

Schroeder voltou a afirmar que a aprovação do PLC 79/2016 não trará benefícios para a recuperação judicial da companhia.  "O PL é importante para o País, mas seus efeitos serão sentidos em um a dois anos após a aprovação", justificou.

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