PGO chega ao Planalto e recebe pressões por mudanças

Recém-chegado ao Palácio do Planalto, a proposta do novo Plano Geral de Outorgas já começa a gerar movimentos de pressão. Um deles seria no sentido de reincluir algumas das idéias que constavam no relatório do então conselheiro da Anatel Pedro Jaime Ziller, mas a pressão no outro sentido (a de manter como está e aprovar o texto rapidamente) também é grande.
E, ao contrário das declarações pouco preocupadas de executivos da Oi em relação aos prazos, o que se ouve no governo é que na tarde do dia em que o PGO for publicado, a Oi entrará com o pedido de anuência prévia. Luiz Eduardo Falco, presidente da empresa, disse nesta quinta, 13, ao Estado de S. Paulo, que em relação aos prazos para a realização da fusão o que existe, de fato, é um acordo que prevê uma multa. Vale lembrar que o presidente da Previ, Sérgio Rosa, declarou recentemente que haveria a disposição por parte do fundo para uma negociação dos prazos, caso a anuência prévia não saia até dia 21 de dezembro, o que obrigaria a Oi a pagar R$ 490 milhões à Brasil Telecom.

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