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Cidade de São Paulo abre edital para 4 mil pontos indoor no WiFi Livre SP

A cidade de São Paulo abriu um edital para a expansão do programa WiFi Livre SP, que atende equipamentos públicos do município com WiFi gratuito. O credenciamento busca operadoras para 4 mil novos pontos, em adição aos 1.088 existentes atualmente.

As regras para a etapa foram publicadas pela Prefeitura da cidade no último sábado, 9, com recebimento de propostas ao longo de 60 dias. Contando agora apenas com áreas internas (indoor), os novos pontos incluem todas as escolas municipais de ensino fundamental da cidade, unidades de saúde e outros equipamentos públicos.

Coordenadora do WiFi Livre SP, Sarah de Oliveira explicou a TELETIME que a meta de 20 mil pontos na cidade até 2024 está mantida e que uma nova licitação como pontos em áreas externas (como praças, parques e avenidas) está sendo programada para o início de 2022.

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Já na fase atual, os 4 mil hotspots serão divididos em 10 lotes. Segundo a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT), o tamanho das áreas foi reduzido após manifestações de interessadas em consulta pública. Até então, estavam sendo considerados cinco lotes de 2 mil pontos cada (totalizando 10 mil), de acordo com Oliveira.

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As mudanças devem dar condições de participação para um maior número de empresas, segundo a coordenadora do programa – que também apontou a flexibilização de algumas exigências de equipamentos ou faixas de frequência. Hoje, os 1.088 pontos operantes são atendidos por três empresas: Americanet, Surf Telecom e WCS.

No modelo, as operadoras não são remuneradas pela Prefeitura, mas podem explorar modalidades de publicidade física e digital. Nesta fase em área internas, escolas, equipamentos da Secretaria de Educação e conselhos tutelares terão os dois modelos vetados. Nos demais pontos, prévia autorização da Prefeitura para ativações será necessária.

Segundo Oliveira, a SMIT também deve monitorar os níveis de serviço a partir de sistema em tempo real, com ajuda de medidores Simet oferecidos pelo NIC.br. A plataforma representa evolução frente ao acompanhamento atual, baseado em relatórios das prestadoras. Entre as exigências do serviço de WiFi nos novos pontos está velocidade mínima de download de 512 Kbps e capacidade de suportar pelo menos 250 dispositivos simultâneos.

A Prefeitura paulistana espera que novos pontos possam ser ativados ainda em 2021, com obrigação de instalação dos todos em 12 meses após assinatura do contrato, de cinco anos. As prestadoras poderão subcontratar até 30% dos pontos e dividir os lotes, caso as credenciadas para uma mesma região entrem em acordo.

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