BrT pede mudanças no Plano Geral de Outorgas

Na opinião de Ricardo Knoepfelmacher, presidente da Brasil Telecom, apesar de defasada, a Lei Geral de Telecomunicações não precisa de grandes mudanças. Na visão do executivo, a mudança mais importante está no Plano Geral de Outorgas (PGO), que previu a existência de quatro concessionárias independentes e empresas entrantes. Ricardo K. lembrou que quando este modelo foi implantado no Brasil, o País já estava na contra-mão da história. Naquele momento, os Estados Unidos já começavam a agrupar novamente as Baby Bells que foram divididas para permitir a competição. Ao mesmo tempo que critica o PGO, Ricardo K. admite que naquele momento não poderia ter sido diferente porque privatizar simplesmente a Telebrás apenas transferiria o monopólio estatal para um monopólio privado, o que seria muito negativo. Mas agora, ?escala é o nome do jogo que vai nos permitir aumentar a rentabilidade?, afirmou.

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