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Preocupada com possível aumento de impostos, Feninfra passa a defender a Reforma Administrativa

Preocupada com as implicações negativas da reforma tributária, a Feninfra, federação que representa as empresas prestadoras de serviços de implementação de redes e empresas de call center, decidiu dar apoio à Reforma Administrativa, como uma tentativa de reduzir o tamanho da máquina pública e assim, em tese, ver o governo menos pressionado a aumentar impostos sobre determinados setores.

Na semana passada a Feninfra esteve presente em almoço da Frente Parlamentar do Comercio e Serviços, quando o presidente da Câmara, Arthur Lira, recebeu um manifesto de 23 frentes parlamentares em favor da discussão da reforma administrativa.
“Vemos o grande esforço do Governo em equilibrar as contas, com uma meta em 2024 de déficit primário zero, e 2025 alcançando 0,5% do PIB. O Ministro Haddad está correto em almejar déficit público zero em 2024. Mas para atingir a meta será necessário rever parte de subsídios e renúncias tributárias e onerar setores que teoricamente não recolhem impostos. O governo precisará de R$ 168 bi de receitas extras. Então, entendemos que é necessário também cortar despesas, e a Reforma Administrativa é importante nesse sentido”, diz a presidente da Feninfra, Vivien Suruagy. “Com a reforma administrativa, o governo federal e o Congresso Nacional trarão para o Brasil uma gestão pública mais moderna e eficaz. A reforma administrativa está ligada à Reforma Tributária, que nós defendemos por princípio, mas temos ressalvas com relação às muitas incertezas ainda existentes”, diz a dirigente. “Precisamos melhora a nossa gestão pública para reduzir a necessidade de aumento de impostos. Não adianta apenas medidas de contribuição sobre fundos exclusivos ou juros sobre capital próprio. De 2002 a 2022 o inchaço na máquina onerou a sociedade em mais de R$ 268 bilhões. Se não reduzirmos isso, não reduziremos imposto”, reitera.

A Reforma Administrativa passou a ser defendida por Artur Lira após a aprovação, na Câmara, da Reforma Tributária, e tem angariado também o apoio de entidades empresariais descontentes com os termos das reformas ou com os riscos inerentes a um aumento de tributação.

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