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ViaSat-3 Americas entrará em operação no começo do segundo semestre

Após uma série de adiamentos, a Viasat respirou aliviada na semana passada com o lançamento bem sucedido do foguete Falcon Heavy, da SpaceX, levando à bordo o maior satélite comercial do mundo, o ViaSat-3 Americas. Neste momento, a nave está a caminho da órbita final, o que deverá acontecer em apenas três semanas – ou seja, em junho -, aproveitando o impulso dado pelo veículo espacial e a propulsão própria. E agora a empresa prepara a estratégia no Brasil, onde terá o lançamento comercial no começo do segundo semestre.

“No final, deu tudo certo. Lançou, já está a caminho, todos o processos que tinham que acontecer aconteceram, o painel abriu. Está tudo certo, estamos confiantes”, declarou ao TELETIME nesta sexta, 12, o diretor geral de operação da empresa, Leandro Gaunszer.

Agora a Viasat começará a fase de testes de conectividade com teleportos. O modelo é diferente de satélites geoestacionários comuns, uma vez que o satélite se conectar com “centenas de minigateways”, no que Gaunszer considera ser a terceira geração da banda Ka. “São centenas de gateways para o satélite, e os beams não são fixos, são dinâmicos. Fazemos a configuração dos feixes conforme a necessidade do negócio”, diz, ressaltando ainda que há configuração por software que utiliza automação conforme a demanda.

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O grande intuito da operadora é o de multiplicar a capacidade atual para atender ao mercado residencial. Com mais de 1 Tbps, o ViaSat-3 Americas deverá cobrir o Brasil inteiro, mas o executivo explica que há mercados em foco. “Ele traz 80% da capacidade focalizada nas regiões Norte e Centro-Oeste do País, que são onde tem menor penetração de banda larga e maior demanda por capacidade”, explica. “Vamos lançar no Nordeste, no Sul e Sudeste, mas o desenho da capacidade do satélite está mais para aquelas regiões.”

Contrato

Lançado em 2018, o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC), da Telebras, não será esquecido pela Viasat. “É importante deixar claro que não vamos esquecer do SGDC: vamos ‘empilhar’, seguiremos vendendo”, enfatiza Gaunszer. Desta forma, o acordo para uso da capacidade comercial da banda Ka do satélite com a estatal continua, mas existe a possibilidade de isso se expandir. 

Segundo contou o executivo a este noticiário, após a celebração de um Memorando de Entendimento (MoU) no ano passado com a Viasat e o Ministério das Comunicações, a Telebras continua interessada em utilizar o ViaSat-3. “A gente vem conversando. Continuamos atuando com postos e demanda, e sabemos que a Telebras tem necessidade de atender mais sites onde a demanda é muito alta. Mas é uma alternativa que eles vêm avaliando como um dos cenários para continuar crescendo.”

2 COMENTÁRIOS

  1. Sou do interior do Paraná uso a internet via sat ela está muito fraca e não consigo fazer nem uma reclamação em nenhum canal de comunicação até parece ser uma empresa que não tem dono

  2. É meu amigo, você do Paraná com reclamação desta Internet via satélite, e aqui em Porto Velho/RO a operadora que eu usava Internet na área rural era da Operadora VIVO, antes funcionava bem mas depois que começaram colocar a tal 5G ficou bem ruim a Internet.

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