Agendamento do Bolsa Família em Rio Verde (GO) para receber caixinha da TV digital vai até dia 30

Os moradores do município goiano de Rio Verde (GO) inscritos no programa Bolsa Família têm até o dia 30 deste mês para marcar data, hora e local para a retirada do kit conversor, que adaptará televisões antigas para o novo sinal digital da TV aberta. A distribuição das caixinhas está sendo coordenada pela EAD, entidade responsável pelo processo de digitalização da TV no Brasil, e vai beneficiar cerca de sete mil famílias do programa federal no município.

O agendamento pode ser feito online, por meio do site vocenatvdigital.com.br, ou pela central telefônica 147. A retirada do kit conversor acontecerá durante o mês de outubro nos locais e datas informados no agendamento. Para ter direito, o beneficiário precisa estar ativo no programa federal.

O kit, que é composto por uma antena e um conversor, será distribuído gratuitamente aos cadastrados do Bolsa Família. No momento da entrega dos equipamentos, os beneficiários serão orientados em como fazer a instalação.

Rio Verde será a primeira cidade que terá o sinal analógico de TV desligado. A data prevista é 29 de novembro, desde que 93% dos domicílios estejam aptos para receber o sinal digital.

6 COMENTÁRIOS

  1. É REALMENTE necessário que mais essa despesa saia dos nossos bolsos? Já não bastam os R$ 27 bilhões que gastam com Bolsa Família, agora vamos pagar receptores?

  2. Quem está pagando essas caixinhas são as concessionárias de telefonia celular que compraram espectro que será liberado para elas ao final da transição.

    É bom se informar antes de sair fazendo comentários estapafúrdios na internet.

  3. Richard, você está mal informado: quem está pagando essa conta são as operadoras de telecomunicações que vão usar a faixa de frequências que será liberada pelas emissoras de TV, no processo de desligamento do sinal analógico! Mas eu concordo com você num ponto: já gastam demais o nosso dinheiro, comprando votos através do tal de Bolsa Família!

  4. Claro que quem paga são os consumidores. No leilão de frequências o modelo de negocio já inclui os custos com as caixinhas do BF. Menos dinheiro entrando no tesouro, mais impostos da classe média para cobrir.

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