Brasileiro consome média de 290 GB na banda larga e 5,3 GB no celular

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No primeiro trimestre de 2024, o usuário brasileiro de banda larga fixa teve um consumo médio de dados de 290 gigabytes (GB), em alta de 6,3% em um ano. Já na telefonia móvel, o consumo médio ficou em 5,36 GB, neste caso apontando crescimento de 5,5% em doze meses.

Os dados fazem parte de Panorama Econômico-Financeiro do Setor de Telecomunicações publicado pela Anatel na última quarta-feira, 10. O boletim também trouxe informações sobre o preço médio por GB consumido nas duas modalidades de serviços.

No caso da banda larga fixa, houve queda de 2,2% no preço médio em um ano – para R$ 0,35 por GB. Já no serviço de dados móveis, o custo médio é de R$ 5,61 por GB, em alta de 4,3% em doze meses.

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Como resultado, a receita média por usuário (ARPU) da banda larga fixa encerrou o primeiro trimestre em R$ 100,73. A Anatel não divulgou os dados do mesmo período de 2023 para comparação, mas houve queda no valor diante dos dados do último trimestre do ano passado (R$ 103,04).

Na telefonia móvel, o ARPU foi de R$ 29,61 no primeiro trimestre. No último quarto de 2023, o valor médio era maior (R$ 30,68).

O boletim da Anatel também divulgou os tíquetes médios do serviço de TV por assinatura tradicional (o SeAC) e da telefonia fixa (STFC). Eles marcaram R$ 90,79 e R$ 30,61, na ordem. Nos dois casos houve aumento de ARPU ante o último trimestre de 2023.

Receita líquida

O Panorama Econômico-Financeiro da Anatel calculou uma receita operacional líquida de R$ 33,3 bilhões para o setor de telecom no primeiro trimestre deste ano.

Quase dois terços do valor são oriundos da telefonia móvel: R$ 21,5 bilhões. A banda larga vem logo em seguida, responsável por R$ 6,91 bilhões. Já os serviços de TV paga tradicional somaram R$ 2,88 bilhões e a telefonia fixa, R$ 2 bilhões.

Em termos de investimentos, o total apurado pela Anatel no primeiro trimestre foi de R$ 5,44 bilhões. A telefonia móvel concentrou R$ 2,91 bilhões em capex e a banda larga, R$ 1,54 bilhão.

Já a TV por assinatura motivou R$ 785 milhões em investimentos no primeiro trimestre e a telefonia fixa, R$ 192 milhões.

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