Oi terá cinco novos projetos de geração distribuída com capacidade total de 15 GWh/ano

A Oi fechou acordo com a Faro Energy para o desenvolvimento de novos projetos de geração distribuída de energia. A parceria, divulgada pela operadora nesta quarta-feira, 11, prevê a criação de cinco usinas, localizadas nos estados de Ceará, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Tocantins.

As novas usinas contarão com investimento de R$ 33 milhões por parte da Faro Energy, terão capacidade de geração anual de mais de 15 GWh e deverão entrar em operação em até cinco meses. Segundo a operadora, esse montante de energia seria suficiente para atender aproximadamente 8 mil residências. A Oi e a Faro Energy já têm juntas as usinas de Jaíba e Janaúba, em Minas Gerais, já em operação e que juntas somam 10MWp.

Dentro do escopo da parceria, a Faro também será responsável pelo gerenciamento da compensação de créditos de energia das novas usinas da Oi, através do seu software de Gestão de Billin. Com um total de 6,9 megawatt-pico (MWp) de potência, as usinas devem evitar o lançamento de cerca de 5 mil toneladas de CO² na atmosfera por ano, equivalente à emissão de CO² de mais de 2,1 mil carros e correspondente ao plantio anual de 30 mil árvores.

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"No ano de 2021, a Faro apresentou resultados significativos com as usinas da Oi e ficamos extremamente contentes em ver essa parceria se desenvolvendo em novos projetos. Com essas iniciativas, estamos ultrapassando a marca de 17 MWp de usinas dedicadas à Oi, gerando energia sustentável que além de gerar economia para a empresa também irá impactar positivamente as regiões onde as usinas serão construídas" diz Pedro Mateus, CEO da Faro Energy. Para a VP de Compliance, Governança e Sustentabilidade e membro do Comitê ESG da Oi, Renata Bertele, o projeto fortalece o alcance dos objetivos estratégicos da companhia no mercado brasileiro. "Não nos posicionamos como quem já fez ou faz tudo o que pode, mas como quem não se contenta com o que já é feito e acredita que sempre há possibilidade de melhorar. Queremos cada vez mais robustez em nossas práticas", afirma a executiva.

Para a Oi, o projeto atende às diretrizes de sua Política (Plano Plurianual) de ESG, o que a empresa informa serem medidas fundamentais para o processo de transformação em curso na companhia. "A Oi busca e defende o uso racional dos recursos, a eficiência de suas atividades, a qualidade de seus serviços. Esse trabalho envolve não só a companhia como também seus stakeholders, colaboradores, clientes e toda a cadeia de fornecedores para incentivar a mitigação de riscos e impactos ambientais", diz Daniel Hermeto, VP de Suporte aos Negócios da Oi e Membro do Comitê ESG. A tele diz que pretende ser referência no Brasil em energia renovável, incluindo Geração Distribuída e Mercado Livre, com 100% de participação da energia limpa na matriz de consumo "nos próximos anos".

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