Banda Larga Para Todos ficará para primeiro trimestre de 2016

Ministro André Figueiredo no IGF 2015

O governo brasileiro voltou a dizer que o Plano Banda Larga Para Todos é uma de suas prioridades, durante a cerimônia de abertura da Fórum de Governança da Internet (IGF 2015) nesta terça-feira, 10, em João Pessoa. Em mensagem de vídeo, a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância do esforço conjunto para a inclusão digital. "Este é o compromisso de minha administração que nós vamos implantar por meio do Programa Banda Larga Para Todos", destacou ela. No entanto, o ministro das Comunicações, André Figueiredo, disse que a preocupação imediata é com o switch-off em Rio Verde (GO) e com a migração da rádio AM e, por isso, a nova meta é discutir o plano  no começo do ano que vem. 

"Falando em prazo de quando vamos relançar, eu lutarei para que seja no primeiro trimestre de 2016", disse ele após coletiva de imprensa. "Lógico que isso é pactuado não apenas pelo Ministério das Comunicações, precisamos fazer uma grande concertação, mas gosto de dar prazos e cumpri-los", completou. Ele reiterou que, de imediato, a preocupação é com a extensão do prazo de desligamento da TV analógica em Rio Verde (e Brasília, que deverá ficar para depois das Olimpíadas) e com migração das outorgas de rádio AM para FM.

O ministro voltou a propor que no ano que vem os leilões de espectro ajudem no cumprimento das metas de aumentar a penetração de infraestrutura. "Temos definido dentro do Ministério, e é decisão do governo, e lutaremos para que os leilões de frequências tenham caráter menos arrecadatório e mais de reversão à infraestrutura; além da utilização dos fundos ligados a comunicações para investir em pesquisa e em redes", disse. Apesar de reconhecer o momento de crise econômica e corte orçamentário, ele garante que o plano sai do papel. "Eu conversei com a presidenta e é uma prioridade em termos de inclusão digital, porque ela realmente tem obsessão para que possamos levar a banda larga para praticamente toda a população brasileira", destacou.

1 COMENTÁRIO

  1. Sinceramente, não vejo nada de concreto seja por parte do Governo ou das Agencias Reguladoras (ANATEL), de defender os direitos de nós consumidores, que somos obrigados a pagar altas taxas de serviços seja Internet via cabo ou 4G. Além disso as ofertas a nós consumidores são poucas e somos obrigados a contratar aquela empresa que detém o Monopólio de direito e de fato. Incrível que o governo não libera um Google ou Facebook e outras empresas para entrar no mercado brasileiro de banda larga.Como consumidor me sinto cada vez mais lesado, por parte do Governo mantendo as altas taxas a oferta de banda larga.

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