TIM projeta crescimento de receita para 2020

Foto: Pixabay

Além do plano estratégico para o triênio 2020-2022, a TIM Brasil também divulgou na noite desta terça, 10, suas projeções e atualização do guidance do planejamento do ano passado. A operadora antecipa crescimento moderado de receita e lucratividade, e pretende adotar uma abordagem "austera" no controle de custos para elevar a rentabilidade da operação.

A projeção para 2020 é de crescimento na receita de serviços de "dígito único mediano", mesma previsão para a taxa composta de crescimento médio (CAGR) no período de 2019-2022. O crescimento do EBITDA e da margem também será nessa faixa, com estimativa de maior ou igual a 40% em 2022 (ou 47% considerando a norma contábil IFRS 16).

A relação do Capex sobre a receita líquida deverá ser de "20 e poucos por cento", com um total para o triênio somado de R$ 12 a R$ 12,5 bilhões. A relação EBITDA – Capex sobre a receita líquida deverá ficar acima de 16% (ou 20%, no IFRS 16) e maior ou igual a 20% em 2022 (ou 25%, com a nova norma contábil).

A operadora reafirma uma "abordagem austera no controle de custos" para elevar a rentabilidade da operação, ajustando o patamar de 40% da margem EBITDA em 2022. Além disso, pretende executar a alocação eficiente do capital ao destinar Capex em projetos de ampliação e modernização da infraestrutura de rede e TI. Outra medida é o objetivo de expandir a geração de caixa com a elevação do indicador de EBTIDA – Capex sobre a receita para ultrapassar o patamar de 20%.

Atualização

Na comparação das projeções para 2019 com o resultado efetivo, houve crescimento da receita de serviços abaixo do esperado: 2,4%, contra de 3 a 5% projetados. Outro indicador que ficou aquém foi a distribuição de juros sobre capital próprio (JSCP): de R$ 1 bilhão estimado, ficou em R$ 955 milhões. Por outro lado, o crescimento do EBTIDA foi conforme o esperado (6,7%), assim como margem EBTIDA (39,1%). A relação de Capex sobre a receita líquida ficou acima (22,2%), e a do EBTIDA – Capex sobre a receita líquida ficou em 16,9%, quando o projetado era acima de 15%.

A companhia afirma que a atualização do guidance representa "um ano de melhorias constantes, com o atingimento (sic) de parte significativa dos objetivos de curto prazo" do plano 2019-2021. Assim, diz que o desempenho comprovaria um acerto na estratégia executada. "Tais objetivos foram atingidos a despeito das expectativas macroeconômicas que não se confirmaram em razão de uma recuperação mais lenta e instável da economia, comparadas às projeções realizadas pelo mercado em geral e pela TPAR [TIM Participações] e sua subsidiária [TIM S.A.]", declara a empresa no comunicado.

1 COMENTÁRIO

  1. E vai crescer mesmo e depois cair, pois, a mesma, não cumpre contrato, usa de uma manobra legal para passar a perna em seus clientes, extinguindo com planos e contratos antes do fim de vigência estabelecidos pela mesma, cria novos planos e serviços e os coloca sem a menor comunicação, apenas para praticar reajustes acima dos acordados no contrato e acima dos índices legais vigentes, sem contar com a enorme queda de qualidade dos serviços prestados. Ela vai continuar assim, até sofrer uma forte evasão de clientes. Eu mesmo, vou dar tchau para Tim, pois, no meu caso eu não sou refém dessa operadora. O que ela faz pode não ser ilegal e aprovado pela Anatel, mas, é falta de palavra, falta de caráter.

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