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Na TIM, 2,3 GHz será apoio para o 4G; e 26 GHz, para o 5G

A prioridade da TIM neste primeiro momento com o 5G é utilizar a rede de 3,5 GHz. Outras frequências adquiridas no leilão, como o 2,3 GHz e o 26 GHz, vão servir de apoio às faixas prioritárias, a depender da demanda por aplicabilidade. No primeiro caso, a ideia é que o espectro sirva como complemento para desafogar a rede 4G.

Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 8, o CTIO da operadora, Leonardo Capdeville, disse que o 2,3 GHz é um “espectro oportunístico”, justificando que por isso havia dito no começo do ano que não era o foco da empresa no leilão. “O 3,5 GHz é o futuro da TIM. Não significa que o 2,3 GHz não fosse oportunisticamente [vantajoso]. Olhando dessa forma, fomos extremamente assertivos no leilão de onde o espectro faia sentido, por isso fomos no Sudeste e Sul, onde já temos forte atuação”, colocou. 

Conforme haja necessidade de se executar offload para o 5G, a faixa também será utilizada. “Na segunda metade da história, em 2026 ou 2027, o espectro de 3,5 GHz começar a ficar mais ocupado no 5G. Aí tem que se ter mais espectro ou adensamento de antenas, e aí poderemos usar o 2,3 GHz também para fazer o offload.”

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Por conta disso, essa faixa não deverá ser utilizada para antecipar o lançamento do 5G, uma vez que tem menor capacidade – um bloco de 40 MHz, contra 100 MHz na faixa de 3,5 GHz. “Quando escolho colocar o rádio, é o mesmo investimento, mas no 3,5 GHz temos o dobro da capacidade”, explica.

No caso da faixa de 26 GHz, a TIM continua mostrando cautela. O entendimento é que pode ser que essa frequência tenha outra aplicação completamente diferente no futuro, como ocorreu com o 1.800 MHz, que inicialmente foi adquirido para o serviço de voz, e depois acabou sendo disponibilizado em refarming para os dados no 4G. “A mmWave é uma aposta, mas não sem fatos ou dados. No passado a gente viu como olhávamos o espectro em tecnologias distintas”, declara.

A gente também tem a dúvida [do que fazer com a faixa], principalmente no curto prazo, mas dificilmente será usada para cobertura ampla. Mas se imagina utilização da cobertura para hotspot, para aplicação industrial ou para solução ponto a ponto, funcionando como backhaul para a cobertura 5G. Poderá ser um nicho e viabilizar até economicamente o desenvolvimento, que será massivo”, coloca Capdeville. 

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