Blackberry segue estudando possibilidade de produzir no Brasil

A ideia de produzir smartphones no Brasil segue viva dentro da Blackberry. O assunto continua em análise interna, informa o diretor geral da empresa no País, João Stricker. A medida poderia reduzir os preços dos aparelhos da empresa, que hoje são importados e sofrem com a alta do dólar. O executivo pondera que a desvalorização do Real também afeta quem produz no Brasil, pois boa parte dos componentes são importados. E reafirma que considera os preços dos seus produtos competitivos. Seus dois últimos lançamentos são o Z10 e o Q10.

Q5

Stricker promete lançar no Brasil até o fim do ano o Q5, terceiro modelo da Blackberry com seu novo sistema operacional, o Blackberry 10, e também o primeiro voltado para o público jovem, com cores diferentes e preço cerca de 40% mais barato que o Q10. "O Q5 está finalizando o processo de homologação com as operadoras", disse. O aparelho, que já concluiu o processo de homologação na Anatel, tem teclado Qwerty e é 4G, representando a estreia da Blackberry com modelos 4G mais em conta.

Perguntado se o Q5 poderia se enquadrar entre os smartphones desonerados, com preços de até R$ 1,5 mil, Stricker sorriu e deixou no ar essa possibilidade, ressaltando que não há nada definido ainda sobre fabricação local. Inicialmente, o produto será mesmo importado.

O executivo participou nesta quinta-feira, 8, da inauguração de um centro de tecnologia da Blackberry na PUC-RJ, no Rio de Janeiro. É o quarto tech center da empresa no País, todos abertos em menos de um ano.

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