Margem Ebitda da Amazônia Celular chegará a 36,2%, diz KPMG

Embora os resultados financeiros recentes da Amazônia Celular não sejam muito bons ? no segundo trimestre a operadora teve prejuízo líquido de R$ 4,7 milhões ?, a KPMG projeta um futuro promissor para a operadora depois de sua venda para a Vivo. Em avaliação encomendada pela Vivo antes da compra da tele, a KPMG projetou que a margem Ebitda da Amazônia Celular, que em 2006 foi de apenas 8,7%, saltará para 36,2% em 2016. Nesse intervalo, a receita líquida da operadora deve quase dobrar, passando de R$ 436,3 milhões registrados em 2006 para R$ 848,4 milhões.
A receita com voz terá um crescimento médio anual de 5,9% entre 2007 e 2016, alcançando R$ 677 milhões, segundo a projeção. A receita de dados da operadora, por sua vez, terá um crescimento médio anual de 19% no período, alcançando R$ 149 milhões em 2016, o que deverá representar 12,2% da receita total da operadora naquele ano.

Base

De acordo com o estudo, a Amazônia Celular deve terminar o ano de 2016 com 1,98 milhão de assinantes, o que representará um crescimento médio anual de 4,7% a partir de 2007 ? a KPMG calcula que a operadora terá 1,31 milhão de assinantes em dezembro deste ano. Pela projeção realizada, o market share da Amazônia Celular subirá de 22% para 25%, entre 2007 e 2016. O estudo considerou que a população na área de atuação da empresa crescerá em média 1,4% ao ano no período avaliado e a penetração de telefonia celular será de 38% ao fim de 2016.
Na semana passada, a Vivo anunciou a compra do controle da Tele Norte Celular Participações por R$ 120 milhões.

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