TIM defende uma neutralidade pragmática, não dogmática

A adoção de um conceito dogmático de neutralidade de rede pode gerar maior concentração de mercado ou a necessidade de maior intervenção do Estado na execução e controle de infraestrutura de telecomunicações. O alerta foi feito pelo vice-presidente de assuntos institucionais da TIM, Mario Girasole, durante seminário internacional sobre neutralidade de rede realizado na FGV, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira, 8.

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Na opinião do executivo, a neutralidade de rede deve ser pragmática, garantindo liberdade para a inovação nos modelos de negócios. Girasole deixou claro após a palestra que não considera o Marco Civil da Internet aprovado no Brasil como tendo um conceito dogmático de neutralidade de rede, até porque estão previstos no texto dois tipos de exceção (para serviços de emergência ou quando for essencial para a prestação de um determinado serviço).

Girsole defendeu que o consumidor esteja no centro do debate regulatório de Internet e telecomunicações daqui em diante, o que representaria uma nova fase na história das regulamentações, ou a "regulamentação 3.0", como chama.

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