Para 3G Américas, decisão sobre 2,5 GHz influenciará América Latina

O que o Brasil decidir sobre o uso de 2,5 GHz deve influenciar vários outros países na América Latina. Essa é a opinião de Erasmo Rojas, diretor da 3G Américas para a região. Ele lembra o caso do padrão de TV digital brasileiro, que vem sendo adotado por países vizinhos. No momento, Argentina, México e Colômbia, dentre outros, estão discutindo o futuro da faixa de 2,5 GHz. No Brasil, a proposta da Anatel é de que a maior parte desse espectro seja destinada para serviços móveis. Uma consulta pública sobre o tema termina no próximo dia 16.
Rojas acredita que 2,5 GHz será a principal frequência para o LTE, já que a Europa também destinou esse espectro para esse fim. A segunda faixa mais usada deverá ser a de 700 MHz, a começar pelos EUA, que já a liberaram em razão da migração para TV digital. "Como 700 MHz não está disponível ainda no Brasil, a decisão da Anatel de destinar 2,5 GHz para serviços móveis é ainda mais importante", afirma Rojas.
A 3G Américas não apresentou nenhuma contribuição à consulta pública sobre 2,5 GHz da Anatel. "Entendemos que o nosso fórum para discutir isso seja a Citel", explicou o executivo.

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