TV por assinatura segue em tendência de diminuição nas reclamações, diz Anatel

A Anatel divulgou nesta quinta, 7, um estudo sobre o índice de reclamação na TV por assinatura. Vale lembrar, em 2012 a agência reguladora elaborou um estudo, feito entre agosto de 2011 e julho de 2012, que apontava a necessidade de redução de 35% no número de reclamações registradas para que as empresas do setor ficassem na meta de 0,65 reclamações por mil assinantes. Neste novo estudo, a agência retrata o índice de reclamação no último trimestre de 2012, após a rodada de encontros que teve com as principais operadoras do serviço, quando solicitou a apresentação de um plano de ação e investimentos. As prestadoras do serviço apresentaram compromisso de investimentos da ordem de R$ 2,5 bilhões em 2013.

De acordo com o novo estudo, no último trimestre de 2012 observou-se uma tendência de diminuição do número de reclamações registradas na Anatel, com exceção das empresas GVT e SKY, que apresentaram, no mesmo período, aumento do número de reclamações. A operadora com o maior número de reclamações foi a Sky, responsável com 41,3% das reclamações; seguida da Net, com 22,8%; Claro, com 16,7%; Oi, com 11%; GVT 4,7%; Vivo com 2,8%; e CTBC com 0,6%. No entanto, na meta de 0,65 reclamações por mil assinantes, a ordem muda. Em dezembro, apenas a Vivo e a Net conseguiram ficar dentro da meta. Neste índice, a GVT lidera, com o maior índice de reclamações, seguido da Oi, Sky, CTBC, Claro, Vivo e Net, a melhor colocada.

O principal motivo de reclamação no setor é cobrança, seguido de cancelamento. Em quase todas as operadoras, o principal motivo de reclamação é cobrança, com exceção da GVT, na qual a maioria das reclamações se dá por conta de reparo, e Sky, onde o principal motivo de reclamação junto à Anatel é por conta da dificuldade de cancelamento do serviço. De todas as reclamações por cancelamento, a Sky é responsável por 68%. A operadora de DTH também lidera as reclamações nas outras categorias mapeadas pela Anatel: atendimento (43,9%), bloqueio (32,5%), cobrança (33,2%), instalação (31,1%), mudança de endereço (35,7%), programação (44,9%) e reparo (32,3%).

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